Did a meteor bring down Air France 447?

December 9, 2009 - Leave a Response

Back in 1996, after the initially very mysterious explosion and crash of Flight 800 from JFK to Rome, there were numerous eyewitness accounts of a “streak in the sky” just before the crash. This led to the “missile theory” of the crash, which was eventually attributed to the explosion of the center fuel tank by the NTSB. But, also at the time, it was suggested that a meteor of sufficient size could have struck the plane, bringing it down.

Could a meteor have brought down Air France 447? Today we are starting to see reports that there actually may have been a meteor:

However, both pilots of an Air Comet flight from Lima to Lisbon sent a written report on the bright flash they said they saw to Air France, Airbus and the Spanish civil aviation authority, the airline told CNN.

“Suddenly, we saw in the distance a strong and intense flash of white light, which followed a descending and vertical trajectory and which broke up in six seconds,” the captain wrote.

Obviously for any given flight the chances are very, very small that a meteor will bring down an airliner, but as Hailey and Helfand pointed out in a letter to the NYT in 1996, the correct question to ask is this: “What is the probability that, for all flights in history, one or more could have been downed by a meteor?” They concluded that there was a 1-in-10 chance that this could happen…let’s use their logic, brought up to date somewhat, for 2009, for Flight 447.

Helfand, an astronomer, is presumably the one who estimated that “approximately 3,000 meteors a day with the requisite mass strike Earth”. This is a difficult number to get. How much mass? How fast does it need to be moving? But let’s assume that this number is correct; it translates to 125 meteors per hour.

Next we need to know the total number of flight hours at altitude for all commercial planes. In 2000 there were about 18 million flights per year. Clearly in the past 20 years (which we’ll take as our reference, since it spans 1989-2009, with both flights 800 and 447) it was not always so…but let’s take a guess that the 18 million figure is roughly correct for that 20 year period. That would yield 360 million commercial airline flights from 1989-2000. Hailey and Helfand assumed that each flight was two hours in duration. Again, a tough number to find on line, so we’ll take it at face value, giving us 720 million flight hours in our reference period.

They also claim that if there were 3500 planes in the air at any time, this would correspond to covering two-billionths of Earth’s surface. Now the earth’s surface area is 5×1014 m2. Using my trusty HP-15c, I get that this would imply an average target area for a commercial airliner of 291 m2, which is reasonable. Each plane, that is, covers 5.7×10-13 of Earth’s surface. If a meteor hits the earth it has that probability of hitting a given plane on average.

So, in our reference 20-year period we have 720 million hours of flight time, times 125 meteors per hour, times 5.7×10-13 = 0.051, which we can take as the average number of airliners struck by meteors in the period 1989-2009. That’s a one-in-twenty chance of some plane going down for this reason in that 20 year period. Extrapolating to all flights ever would require a better estimate of total flight hours, but it’s not twenty times the number in the past 20 years, for sure – that is, it’s not yet close to one.

Obviously there are a lot of uncertainties in this estimate; perhaps a factor of two from the number of meteors of sufficient mass per day, the average flight duration and number of flights?

Anyway the meteor idea is not crazy, though not likely. The weather seems more likely to be at the root of the tragedy…but we may never know. One thing, though, is clear: if we keep flying big planes at high altitude, eventually one will get hit by a meteor.

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Crateras do Brasil – Programa Espaço Aberto da Globonews.

November 8, 2007 - One Response

Em 2004, após tomar consciência de que estava morando há alguns kilometros do maior domo de meteoros da América do Sul, fui informado que tal área de importância geológica não era muito divulgada no próprio estado de Mato Grosso. Foi quando, sabendo de uma expedição estrangeira ao local, avisei a TVCA (Globo MT) sobre o evento. Na ocasião, o amigo Repórter Wilson Krische assumiu a matéria.
Na realidade, era para que estivesse no local junto com a equipe. Aliás, foi o combinado. Mas esta parte furou…
Especialmente na parte aonde eu falo; as imagens e videos são todos do meu arquivo pessoal. No mais é assim mesmo. O pessoal da edição é muito esquecido…e quando chegou a hora de fazer as outras reportagens, se esqueceram de novo.

Confira o programa como ficou. Exclusividade do Blog Observando, pois você não vai encontrar este vídeo em nenhum outro blog.

Parte editada, aonde só aparece nossa entrevista…

Maiores informações: Leia “Eles estão chegando”

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Montagem de fotos em GIF animado mostrando o deslocamento do Asteróide no sábado dia 31 de Março de 2007.

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O Asteróide 2006 VV2 Passou muito próximo da Terra na noite do dia 30 de Março, cerca de 3.900.000 quilômetros, sobre a Califórnia. Para a astronomia, uma distância como esta é muito pequena, ou seja, um “raspão”.

Astrônomos ao redor do mundo poderão ver o astro que estará na magnitude 10.0, e que parecerá estar muito próximo da Lua na constelação de Leão.

Aproximações como estas são raras, mas há pouco menos de um ano o PN 2000 passou bem perto da terra, ou seja, um terço da distância entre a Terra e a Lua.

A NASA, através do Projeto NEO – Near Earth Objects (Objetos próximos da Terra), monitora todos os objetos que possuem órbitas próximas da Terra. Acreditam os cientistas, que há 65 milhões de anos, um impacto de um asteróide foi o responsável pela extinção dos dinossauros e que um novo impacto deve ocorrer num futuro não muito remoto. Em Mato Grosso, no município de Araguainha existe a maior cratera de impacto de metooro da América Latina, fruto do impacto de um destes corpos há milhões de anos atrás.

Entretanto, não há motivo para pânico com o 2006 VV2 , apesar de seu diâmentro de cerca de 3 km, sua órbita já vinda sendo investigada em sigilo por alguns meses e não representará perigo maior para nosso planeta.

A Máxima aproximação do 2006 VV será aproximadamente às 21 horas de hoje (horário de Brasília)

No site do Projeto NEO da NASA a órbita deste e de outros asteróide pode ser monitorada: http://neo.jpl.nasa.gov/ca/

http://neo.jpl.nasa.gov/cgi-bin/db_shm?sstr=2006%20VV2

Eles estão chegando…

Nos últimos anos, centenas de avistamentos de fireball e meteoros estão sendo registrados por cinegrafistas amadores e canais de TV. Tais fenômenos demonstram que a Terra está cada vez mais exposta à ocorrência destes avistamentos em áreas habitadas.

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Nos Estados Unidos, a cidade de Park Forest (IL) recebeu uma chuva de meteoros (http://edition.cnn.com/2003/TECH/space/03/28/meteor.shower.ap/ e http://www.nbc5.com/news/2068758/detail.html)que bombardeou toda a cidade (fotos acima). No dia dos namorados de 2005, Mato Grosso teve seu bólido cruzando os céus de Chapada dos Guimarães e indo cair em Lambari d`Oeste (http://www.canalrioclaro.com.br/noticias/?noticia=3606
).
Em 2006, foi a vez da Bahia registrar sua queda de meteoro ( http://ibahia.globo.com/plantao/noticia/default.asp?id_noticia=117567&id_secao=31).
A Própria BBC de Londres, em seu site (http://news.bbc.co.uk/1/hi/world/south_asia/3149404.stm) realizou uma vasta cobertura sobre um grande fireball que riscou os céus da Índia, tendo inclusive atingindo um ser humano.

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Na década de 60, um meteoro atingiu esta mulher enquanto dormia em seu quarto.

Meteoro pode ter derrubado o TWA 800

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Embora haja muito pouco material sobre o Assunto na Internet, A Scientific American publicou um artigo que pode ser lido (em inglês) nos dois sites à seguir. Neles, cientistas especulam com dados científicos, que a queda do Vôo da TWA não foi devido à míssel, mas sim ao impacto de um meteoro.

http://www.icstars.com/HTML/icstars/TWA800.htm

http://www.kolumbus.fi/tilmari/twa800.htm

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Em 1972, um cinegrafista registou e fotografou este enorme meteoro que passou de raspão sobre a Terra.

kaboom.jpg Há 65 Milhões de anos atrás,na passagem do período Cretáceo para o terciário, um cometa chocou-se com a Terra, causando a extinção dos dinossauros. Depois desta catástrofe, outras semelhantes já ocorreram…. Muitos críticos acusam os astrônomos de serem vítimas da “febre apocalíptica” devido à chegada do 3º Milênio. Em defesa de suas teses, os cientistas defendem que os avanços científicos levaram muitos pesquisadores à temer o Grande Impacto, pois matematicamente ele é uma evidência concreta, e não um mito como pensam muitos. Mas apesar de todo o avanço científico da humanidade, um possível impacto não poderia ser combatido e todo o conhecimento, assim como, todas as forma de vidas, seriam perdidas. Os caçadores de asteróides, estimam que 9.000 objetos de 500 metros ou mais se aproximarão da Terra sem serem detectados. Destes, apenas 350 foram observados e suas rotas fixadas. A Colisão de um astro destas proporções seria suficiente para causar um colapso na infraestrutura de muitas nações e a redução drástica do suplemento de alimentos. Infelizmente, um choque como ocorreu há 65 milhões de anos atrás acontece em média a cada 40.000 milhões anos, o que significa que estamos 25.000 milhões de anos atrasados e que ele pode ocorrer a qualquer momento.

O Impacto existiu de Fato

Desde a década de 1980, cientistas tem especulado que a queda de um gigantesco meteoro cerca de 65 milhões de anos atrás, teria causado a extinção dos dinossauros e de mais de 70% das espécies de plantas e animais que viviam na época. Em 1989 foram encontradas evidências geológicas da existência de uma gigantesca cratera (conhecida como cratera de Chicxulub) próxima a península de Yucatan, no México, formada pelo impacto de um asteróide na mesma época da extinção dos dinossauros.

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Agora, um grupo de cientistas americanos, fazendo escavações submarinas na costa leste da Flórida, encontrou no fundo do mar uma camada de material geológico que composto pelos restos vaporizados deste meteoro. Abaixo desta camada estão os restos de animais marinhos que viviam antes do impacto e na camada de cima, depositada depois do impacto, foi notada uma quase completa ausência de formas de vida. As medições indicam que este período durou cerca de 5000 anos, antes que o oceano fosse povoado novamente. Os dados encontrados permitem tentar uma reconstrução dos eventos durante e depois da queda do meteoro. O meteoro teria cerca de 10 Km de diâmetro e provavelmente teria vindo em uma trajetória rasante, passando por sobre a América do Sul, antes de atingir a península de Yucatam.O impacto teve uma força milhares de vezes maior do que a explosão de todas as armas nucleares atualmente existentes. No local do impacto foi criada uma cratera de 200 a 250 Km de diâmetro. O calor da explosão transformou a crosta terrestre embaixo em líquido, e esse material incandescente foi espalhado para o céu, atingindo pontos tão distantes quanto o Texas e a Flórida, nos Estados Unidos, provavelmente matando todas as formas de vida em seu caminho.Com a explosão, uma enorme quantidade de poeira foi jogada na atmosfera que, levada pelos ventos, se espalhou por todo o planeta, bloqueando totalmente a passagem da luz solar. A temperatura começou a cair, congelando a superfície da Terra. As plantas, sem a luz solar, teriam secado e morrido e os animais morreram de fome e de frio. Cerca de 70% das espécies existentes desapareceram, incluindo os dinossauros. Os únicos sobreviventes foram os animais subterrâneos ou capazes de hibernar, as sementes de algumas plantas e as espécies que viviam no fundo do mar. Este período de frio e escuridão durou vários meses, antes da poeira começar a cair, e provavelmente foram necessários muitos anos até a temperatura voltar ao normal. Este evento, apesar de impressionante, não foi o único. Foram registrados pelo menos cinco eventos cataclísmicos semelhantes a este na história do nosso planeta. O anterior a este ocorreu a cerca de 225 milhões de anos também provavelmente causado por um meteoro e causou a extinção de 90% das espécies existentes. Ao lado, observamos as imagens de Chicxulub feitas por satélites.

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Outros Pontos de vista científicos…
Cometas ou asteróides, ao colidir com a Terra, levantariam tanta poeira que cobririam a luz do Sol por anos, matando as plantas primeiro e, depois, os animais que dependem delas – nós inclusive. Um desastre global só aconteceria se fôssemos atingidos por um asteróide de, no mínimo, 1 quilômetro de diâmetro – um décimo daquele que provavelmente matou os dinossauros há 65 milhões de anos. Pancadas desse tipo acontecem, em média, uma vez a cada 100 000 anos.
Segundo o antropólogo Benny Peiser, da Universidade John Moores, na Inglaterra, a humanidade já enfrentou um impacto desses. Um meteoro teria sido responsável pelo declínio de civilizações no Egito, na Mesopotâmia e na China em 2300 a.C. “Ele causou mudanças climáticas e terremotos que desestruturaram essas civilizações”, diz Peiser. Felizmente, sobrou gente para contar a história e propagar a espécie. Apesar de muitos pesquisadores discordarem da teoria de Peiser, ninguém duvida que astros desgovernados sejam uma séria ameaça ao nosso planeta – e à nossa espécie.

“É para diminuir o risco que nos preocupamos tanto em rastrear o espaço”, afirma David Morrison, diretor da divisão da Nasa que caça asteróides. “Um dia, seremos capazes de dar o alarme décadas antes de uma colisão. Daí, será fácil evitá-lo com armas nucleares ou laser”, diz Morrison. Mas, por enquanto, não estamos 100% seguros. Ninguém garante que, enquanto os astrônomos estão ocupados olhando para um lado, não haja algo se aproximando pelo outro.

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O Rio de Janeiro sendo bombardeado por Meteoros

Crateras de Impacto

Crateras de Impacto são estruturas geológicas formadas por uma choque de um meteoro (asteróide ou cometa) com um planeta ou satélite. Todos os astros do chamado Sistema Solar Interior foram bombardeados por meteoritos durante sua história. A superfície da Lua, Marte e Mercúrio, mostram as cicatrizes claras deste processo geológico iniciado há milhões de anos atrás. Aqui na Terra, entretanto, apesar de ter sido mais atingida do que a Lua a atividade tectônica e da erosão fizeram que muitas crateras tenham sido apagadas. Mesmo assim, cerca de 120 crateras de impacto foram reconhecidas. Algumas outras foram encontradas por satélites e serão estudadas futuramente.

Cicatrizes de Impactos
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Flagstaff no Arizona, uma das mairoes crateras de Impacto do Mundo.
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Na Austrália…

Mas, e o que a Bíblia fala do Assunto ???

Especulação ou realidade: Alguns críticos, acusam o webmaster de expor material nada científico, especulativo e sem base científica. Entretanto, por maior que sejam os esforços de tentar desmentir os estudos dos astrônomos, Eduardo Baldaci adiciona aqui informações ainda mais polêmicas, porém autênticas – A Bíblia fala do assunto de forma literal , dando margens à espera pela fatídica data.

No Livro de Apocalipse há citações claras que prevêem este eminente cataclisma cósmico,vejamos:

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Cap.6:12-13:”…Houve um grande terremoto; e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua toda tornou-se como sangue e as estrelas do céu caíram sobre a terra…”

Cap. 8: 7-8 – “…e houve saraiva e fogo misturado…que foram lançados na Terra; e foi queimada a terça parte da terra, a terça parte das árvores, e toda a erva… e foi lançado no mar um grande monte ardendo em fogo…”

Cap.9:1,2 – ” …e vi uma grande estrela que do céu caíra sobre a terra; e foi-lhe dada a chave do poço do abismo. E abriu o poço, e subiu uma fumaça do poço, com a fumaça de uma grande fornalha; e com a fumaça do poço escureceram-se o sol e a lua” (Efeito estufa)

Jesus disse: “Logo depois da tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados” (Mateus 24:29)

A queda de um meteoro produzirá uma energia equivalente de 300 Gigatons de TNT, ou seja, 10 vezes maior do que todo o Arsenal Atômico disponível durante a guerra fria dos anos 60.

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Curiosidades Importantes: Em todos os textos a palavra grega usada para estrela é astera (asteróide). Estudando Apocalipse 8:7 encontramos a sugestão de que a tormenta vermelho-sangue aparecerá no céu antes de ser lançada na Terra. São registros na língua original do N. T. que dão força maior a crença de que o Final do Mundo será precedido da queda de um grande astro sobre a Terra.

Astrônomos em todo o mundo, prevêem que o choque de um cometa com a Terra foi a real causa da extinção dos Dinossauros. E o pior, que isto voltará à acontecer… A queda de um cometa com apenas 500 metros de diâmetro provocará um Terremoto sem precedentes… Antecipada e precedida por fragmentos menores… Caindo dentro do oceano, acarretará um enorme maremoto, capaz de dizimar as cidades costeiras.A poeira resultante do impacto, se levantará sobre toda a atmosfera, fazendo com que não haja penetração da luz solar (Efeito Estufa). O deslocamento de ar seria suficiente para acabar com a Camada de Ozônio, possibilitando o acúmulo de óxido de nitrogênio que provocaria a chuva ácida. O dióxido de Carbono resultante da vaporização do astro faria uma nova era glacial , se com o choque, o astro não denotanasse todas as bombas atômicas inventadas pela humanidade. Admitindo-se que um impacto desta magnitude não ocorra, mas que um astro de menor diâmetro atinja cidades como Nova York, ainda assim as conseqüências serão globais, devido aos problemas de desequilíbrio sócio-econômico que acarretaria.

No Cinema, Filmes como “Impacto Profundo”, “Asteróide” e “Armageddon”, fizeram alusão perfeita do cataclisma cósmico. A ficção, só ficou por conta do super herói vivido por Bruce Willis, um operário que salvou o mundo… Infelizmente, não haverá escapatória !

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Provas contundentes

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Yes, nós temos nossa maior Cratera ! Domo de Araguianha, MT

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Leia mais sobre Araguainha

Assista ao Documentário Poeira das Estrelas falando sobre a formação de Crateras

Hello world!

July 29, 2007 - One Response